Toda a Verdade…
Neste solarengo dia em que inauguro estas lides (e perdoem-me o vocabulário tauromáquico) em conversa com um amigo de longa data constato, uma vez mais, que o ser humano caminha, realmente, todos os dias, para a loucura.
A esquizofrenia colectiva vai-se aqui e ali manifestando. Ora imagine-se alguém, certamente com muito pouco que fazer, a ameaçar revelar a vida alheia, com os seus supostos podres, em Praça Pública. Cite-se, num Site da Internet produzido para o efeito.
Abordamos a história, não pela sua importância inequívoca, mas pelo exemplo que dá. A rede, a Internet possibilita-nos géneros de ambiguidades muito interessantes de serem observadas. Imagine-se que a pessoa x termina uma relação com o indivíduo y e… sem mais nem porquê uma das partes decide, ao abrigo do anonimato, cometer a indolência da ofensa. Isto é, senta-se ao PC, acede à Internet, cria um Site e edita todas as barbaridades que lhe vêm à cabeça.
Num destes dias a publicidade às empresas fornecedoras de ligação à Net terão nos seus slogans coisas do género “Vingue-se de uma traição arrastando o nome do seu ex!” ou ainda “Não dê a outra face, dê um estalo psicológico” ou melhor ainda “Há mar e mar, há ir e voltar. Mas a este país não voltas mais - Tens vergonha! Pecador”.
Todos sabemos que há uma Comissão Nacional para a Protecção de Dados, que existem Tribunais etc, mas depois da devassa pública o que nos resta?
Eu sugeriria uma vez mais a Internet, neste caso num Blog, mas, como todos estamos habituados às vezes as palavras trocadas ofendem sim, mas o comum leitor.
Resta-nos o futebol (pelo menos por enquanto) e a certeza que o meu amigo tomará a melhor das atitudes… afinal bem vistas as coisas pouco nos sobeja!
A esquizofrenia colectiva vai-se aqui e ali manifestando. Ora imagine-se alguém, certamente com muito pouco que fazer, a ameaçar revelar a vida alheia, com os seus supostos podres, em Praça Pública. Cite-se, num Site da Internet produzido para o efeito.
Abordamos a história, não pela sua importância inequívoca, mas pelo exemplo que dá. A rede, a Internet possibilita-nos géneros de ambiguidades muito interessantes de serem observadas. Imagine-se que a pessoa x termina uma relação com o indivíduo y e… sem mais nem porquê uma das partes decide, ao abrigo do anonimato, cometer a indolência da ofensa. Isto é, senta-se ao PC, acede à Internet, cria um Site e edita todas as barbaridades que lhe vêm à cabeça.
Num destes dias a publicidade às empresas fornecedoras de ligação à Net terão nos seus slogans coisas do género “Vingue-se de uma traição arrastando o nome do seu ex!” ou ainda “Não dê a outra face, dê um estalo psicológico” ou melhor ainda “Há mar e mar, há ir e voltar. Mas a este país não voltas mais - Tens vergonha! Pecador”.
Todos sabemos que há uma Comissão Nacional para a Protecção de Dados, que existem Tribunais etc, mas depois da devassa pública o que nos resta?
Eu sugeriria uma vez mais a Internet, neste caso num Blog, mas, como todos estamos habituados às vezes as palavras trocadas ofendem sim, mas o comum leitor.
Resta-nos o futebol (pelo menos por enquanto) e a certeza que o meu amigo tomará a melhor das atitudes… afinal bem vistas as coisas pouco nos sobeja!

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